Câncer
Genes da metástase do câncer de mama são descobertos
Diabetes
Pesquisa detecta alterações que precedem retinopatia diabética
Parkinson
Trabalho analisa mudanças psicossociais relacionadas à doença de Parkinson
Doenças negligenciadas
Estudo identifica distribuição de variedades do hantavírus no Brasil
Pulmão
Modelo inovador para tratar estenose de traqueia em crianças
Diabetes
Terapia com células-tronco reverte diabetes tipo 1
Câncer
Para pesquisadores, o estudo não encontrou "nenhuma associação convincente" com o câncer, apesar de alertarem que os resultados deverão ser analisados em longo prazo.
Pediatria
Calendário vacinal deve fazer parte da rotina médica de todas as especialidades
 
Cadastre-se e receba
periodicamente em
seu e-mail as notícias
da pesquisa médica e
farmaceutica

Agenda de eventos
Links úteis
Sociedade médicas

Como me cadastro?
Esqueceu sua senha?
Altere seus dados
 
 
Pele - 26/04/2007
 

 

         Cientistas descobriram uma proteína que ajuda manter as células da pele ausentes de infecções mesmo com o bombardeio diário de microorganismos nocivos. Graças à liberação da beta defensina humana - 3 (BDH3), uma proteína produzida por células da pele (queratinócitos), o organismo humano tem uma defesa contra o desenvolvimento de diversas patologias da pele, como úlceras e furúnculos, comumente causadas pela bactéria Staphylococcus aureus.

 

         Donald Leung e seus colegas do National Jewish Medical and Research Center, em Denver, descobriram que o mecanismo protetor envolve uma associação inicial com a bactéria na superfície da célula, acompanhada por uma imediata secreção de uma variedade de peptídeos antimicrobianos. Desses peptídeos, o BDH3 é o único produzido em níveis suficientes para matar as bactérias. Os autores chegaram a esse resultado utilizando anticorpos, que se ligando a BDH3, previnem a morte das bactérias.

 

         O estudo mostra que, diferentemente das células do sistema imune, os queratinócitos não interiorizam a bactéria por inteiro, pois elas morrem no meio extracelular antes mesmo do contato. Após a morte bacteriana, os queratinócitos incorporam os fragmentos da bactéria degradada com a finalidade de captar as moléculas nocivas e assim especificar as exposições seguintes aos agentes causadores da inflamação.

 

Fonte: Journal of Investigative Dermatology

 
Imprimir
Enviar por e-mail
Comentar